
Dissolvidos em essência, procuram com exatidão a dança da comunhão, formando uma mistura igual, uma só matéria constituída de ambos. Deste modo fazem dos líquidos de cor intensa de seus sagrados corpos, vapor. E como se elevam o suficiente, vaporizados chegam ao aroma, como as rosas das mãos da moça.
Assim permitem serem levados pela brisa contínua, que brota do crepúsculo das horas paralíticas.
Enfeitando os ambientes de puro perfume das almas tranquilas.
* E todos os dias eles fazem tudo sempre igual. E ainda uns dizem não saber de seu maravilhoso aroma. O mundo precisa acordar mais cedo.
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