Menina Dinssauro: Porque menina eu sou. Dinossauro porque eu deixei de ser menina lá nos tempos da pré-história do Brasil.
Universo em Flor: porque na minha mente brota pensamento de Galáxias Anulares e outras mais...
quinta-feira, 5 de maio de 2011
... - terça-feira, 21 de Abril de 2009 ás 19:37h
Tava olhando os textos que tenho arquivados no meu computador e achei esses aqui, não sei porque nunca postei, mas achei legal postar
Eu já morri de amor verdadeiro
Os outros já passam como meros encantamentos
Quem morre de amor assim
o mar já levou
Não tem para que ter desespero
Não existe mais corpo,
não tem como ter dor.
...
engano acreditar que a vida só trará "meros encantamentos", a vida sempre nos trás... mas sim a dor já é outra isso é certo... porém ainda dor...
Eu já morri de amor verdadeiro
Os outros já passam como meros encantamentos
Quem morre de amor assim
o mar já levou
Não tem para que ter desespero
Não existe mais corpo,
não tem como ter dor.
...
engano acreditar que a vida só trará "meros encantamentos", a vida sempre nos trás... mas sim a dor já é outra isso é certo... porém ainda dor...
Ao meu vizinho, eu já fui apaixonada por um... rsrsrs - quarta-feira, 22 de abril de 2009, 00:11:30
Arde, ardências e desejos.
Espera de repetição, expectativa de procura,
expectativa de sinalização a reciprocidade
Encantamento.
Então penso em tomar uma atitude louca,
Não tão louca...
Uma ligação, quem sabe?
Chamar para sair, quem sabe?
Mas parece não funcionar,
não há procura da outra parte e nem captura das essências.
Minha imaginação sobe ao alto tendo em vista uma noite embriagada de libertinagens como outrora.
Só Mais uma vez...?
Para aproveitar todas as substâncias de carícias, todas as horas, todos os desejos, sem medos.
Imagino..
Mas amanhã o telefone toca, mais uma vez,
assim como deve ser.
E um chamado me evoca para aquilo que pertenço, acredito...
E vem me interromper desse onirismo lascivo
Me colocando em par, e não ímpar.
Me chamando para amanhecer comigo o dia.
E deixando para trás as loucuras fugazes da vida.
Um discurso coerente, excessivo e cobrador
E mesmo depois, ainda sim, arde o fervor do encanto,
que em meu bairro saio procurando
me vasculhando, me deixando inquieta,
gerando alma de aventura.
Me desprendendo do que fui
E me deixando maldosamente e silenciosamente
cair em madrugada vazia,
Uma mão forte, e viril
mordaça minha boca de incertezas nunca sentidas antes,
me pondo nas mais básicas das questões;
Não sei o que ser
Não sei o que querer...
Não sei...
Mas se quero do que de mais novo experimentei,
esse novo de certo não me quer.
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