É como um movimento de adição, mais que abstração, um acrescento. Amar pode ser plural, subtrair converge ao próprio conceito do amor. Portanto é necessário desvelar os olhos de todos os mistérios dessa máquina do EU. Esse meu EU que gera as condutas que se moralizam, condutas, onde o não estar ou não poder extingui o sentimento de amar, e dessa forma o subtrair. Amar é maior que o próprio amor do eu e você.
É um EU mais amando, compartilhado, afetivo. Um EU sem o MEU, um EU e VOCÊ. Talvez, assim, quem sabe o amor (plural) pode sim ser possível, ainda que não presente ou pluralmente presente... E esse simples gesto, amar, seja sempre amor.
É um EU mais amando, compartilhado, afetivo. Um EU sem o MEU, um EU e VOCÊ. Talvez, assim, quem sabe o amor (plural) pode sim ser possível, ainda que não presente ou pluralmente presente... E esse simples gesto, amar, seja sempre amor.
Pensamentos de uma quarta com cara de domingo.