Eu não sei bem porque eu estou a fazer esse vídeo. Na verdade não tenho ideia porque me pus diante da lentes da câmera.
Acho que essa conversa começou entre eu, você e o meu cabelo. Ou talvez eu e você, e a toalha displicentemente jogada no chão. Talvez as roupas do varal sintam qualquer coisa, eu não sei...
Ora! Ás vezes sinto que tenho muito volume, mas às vezes eu preciso mesmo é comprimir... Entende o que eu digo?
Mesmo? Porque eu posso explicar! Eu posso mesmo explicar.
Porque se você não entendeu eu posso re-começar. Não há problemas em re-começar, não é? Ou há?
Se caso você não tenha entendido eu posso explicar tudo até que faça qualquer entendimento, compreende? Até que você crie seu próprio sentido.
E se você acha que ainda não é o suficiente, posso te dar aquilo exatamente o que você quer. Exatamente como você precisa, do jeito que você mais espera, aquilo que você mais acredita...
E então podemos, eu e você, a tolha, meus cabelos, e quem sabe as roupas do varal, com o vento sentido leste. Assim juntos, explicando e entendendo...
Mas se caso você ainda não entender, posso ser tudo, exatamente tudo aquilo que eu possa ser.
Claro, até porque você percebeu o que eu quis dizer.
Percebeu?
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Hoje é um dia de saudades. Dessas saudades que na verdade não exitem, "saudades inexistentes". Explicando melhor, são as saudades do que não foi, Saudades de coisas que não existiram, daquilo que não foi feito. Daquele pensamento, eu posso fazer ainda muito mais.
Estranho... Como ter saudade de algo que não se fez??
Digo então, isto é a saudades dos sonhos, daqueles sonhos que acreditamos que um dia poderá se tornar realidade ou simples arrependimentos de algo que você fez.
Pois sempre vos digo, é melhor se arrepender do que você faz, do que se arrepender do que você não faz Assim, talvez, não se corra o risco de um dia se ter saudades na crença que algo possa de fato acontecer.
Estranho... Como ter saudade de algo que não se fez??
Digo então, isto é a saudades dos sonhos, daqueles sonhos que acreditamos que um dia poderá se tornar realidade ou simples arrependimentos de algo que você fez.
Pois sempre vos digo, é melhor se arrepender do que você faz, do que se arrepender do que você não faz Assim, talvez, não se corra o risco de um dia se ter saudades na crença que algo possa de fato acontecer.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Agora quero falar de carreira. Dez anos de Teatro, formação, profissionalização, palco.
Atualmente, nada. Decidi dar um stop de carreira, afastar o espirito para abrandar as mágoas.
Mágoas que eu mesma produzi pelas minhas próprias falhas. Falhas que hoje as encaro frontalmente, porém não 100 porcento curada. Vou andando, quem sabe... Um trabalho ali, comum, como qualquer outro trabalho que preenche o tempo da maioria dos cidadões deste planeta. Uma tentativa de se envolver com as arte em terras que não são minhas, mas é isso que interessa, a tentativa. O resultado sempre resulta, só não sabemos como.
A luta, a garra, são essas unhas altas que precisam saber a medida da verocidade saudável, não da briga, mas da luta. Da luta pela vida, por estar aqui, por criar meios em que você possa estar nesse mundo, crescer, progredir fazer parte, o sucesso.
O que é o sucesso? Hoje bem sei que nada tem haver somente com a sorte, o sucesso é aquilo que trás tua felicidade, fazer algo que me faça feliz, atingir algo que me coloque nos 10 porcentos de cidadões do mundo que pode ter o direito de trabalhar com aquilo que goste, ame, realmente ame. Mas esse caminho é mesmo turvo, e parece que tudo calha no mesmo desespero humano, a esfera do medo. Ainda sou sugada pelo medo, essa sensação estranha de que sua vida está a perder, medo das decisões, ainda não decididas, das futuras decisões, medo de sim mesmo. Medo do não retorno, sempre o medo paralisando, ofuscando, criando um véu turvo, destorcendo os sentidos da vida,criando uma esfera do não-poder.
Existem regras para a vida,e é o que todos dizem, mas afinal só conheço mesmo três regras praticas para vida: nascer, crescer, morrer... Todo o resto é criação, e toda criação pode ser reinventada. Para tanto é necessária tapar os ouvidos, pois há muito a se aprender, mas ainda há muitos conceitos repetidos. É preciso inteireza e sagacidade própria, estar de acordo com o que se quer, não o contrário. Para tanto é preciso se abdicar. Abdicação do objeto desejado, um tanto isso... Mas se para ser inteiro é preciso ser o que você quer ser, por que abdicação? E então a resposta mais plausível de todos os tempos: Sociedade. É ela a temer-se de medo é ela que destoa. E é dela que vivemos, e por isso dou-te meu suor até que possa colher tudo aquilo que planto. Plante bem o seu jardim, e os frutos serão todo resultado de teu trabalho. Hoje é dia de cuidados.
Atualmente, nada. Decidi dar um stop de carreira, afastar o espirito para abrandar as mágoas.
Mágoas que eu mesma produzi pelas minhas próprias falhas. Falhas que hoje as encaro frontalmente, porém não 100 porcento curada. Vou andando, quem sabe... Um trabalho ali, comum, como qualquer outro trabalho que preenche o tempo da maioria dos cidadões deste planeta. Uma tentativa de se envolver com as arte em terras que não são minhas, mas é isso que interessa, a tentativa. O resultado sempre resulta, só não sabemos como.
A luta, a garra, são essas unhas altas que precisam saber a medida da verocidade saudável, não da briga, mas da luta. Da luta pela vida, por estar aqui, por criar meios em que você possa estar nesse mundo, crescer, progredir fazer parte, o sucesso.
O que é o sucesso? Hoje bem sei que nada tem haver somente com a sorte, o sucesso é aquilo que trás tua felicidade, fazer algo que me faça feliz, atingir algo que me coloque nos 10 porcentos de cidadões do mundo que pode ter o direito de trabalhar com aquilo que goste, ame, realmente ame. Mas esse caminho é mesmo turvo, e parece que tudo calha no mesmo desespero humano, a esfera do medo. Ainda sou sugada pelo medo, essa sensação estranha de que sua vida está a perder, medo das decisões, ainda não decididas, das futuras decisões, medo de sim mesmo. Medo do não retorno, sempre o medo paralisando, ofuscando, criando um véu turvo, destorcendo os sentidos da vida,criando uma esfera do não-poder.
Existem regras para a vida,e é o que todos dizem, mas afinal só conheço mesmo três regras praticas para vida: nascer, crescer, morrer... Todo o resto é criação, e toda criação pode ser reinventada. Para tanto é necessária tapar os ouvidos, pois há muito a se aprender, mas ainda há muitos conceitos repetidos. É preciso inteireza e sagacidade própria, estar de acordo com o que se quer, não o contrário. Para tanto é preciso se abdicar. Abdicação do objeto desejado, um tanto isso... Mas se para ser inteiro é preciso ser o que você quer ser, por que abdicação? E então a resposta mais plausível de todos os tempos: Sociedade. É ela a temer-se de medo é ela que destoa. E é dela que vivemos, e por isso dou-te meu suor até que possa colher tudo aquilo que planto. Plante bem o seu jardim, e os frutos serão todo resultado de teu trabalho. Hoje é dia de cuidados.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
- Qual o problema com você garota?
- eu perdi
- Mas perdeu porque?
- perdi, porque perdi.
- e qual foi o motivo menina de choro?
- eu perdi todo o jogo e agora não tem como tentar outra vez pelo mesmo motivo cujo qual você vai ter que consertar o que diz - "qual seu problema mulher?" ."e qual foi o motivo da senhora sentir tanto choro?"
isso...
- eu perdi
- Mas perdeu porque?
- perdi, porque perdi.
- e qual foi o motivo menina de choro?
- eu perdi todo o jogo e agora não tem como tentar outra vez pelo mesmo motivo cujo qual você vai ter que consertar o que diz - "qual seu problema mulher?" ."e qual foi o motivo da senhora sentir tanto choro?"
isso...
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