sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Take me


Please
Take on me
Take me on
I'll be gone
in a day or two...
'
Or take me...


terça-feira, 4 de outubro de 2011

É pra lá!



Lisboa.
que 6 meses mude minha vida...
e quem é que sabe sobre idas, partidas e raízes?
decisões, indecisões, re-decisões? Com certeza é de casa portuguesa...

domingo, 11 de setembro de 2011

Folhas


A página vira, um leitor ótico em branco.
Um rosário antigo roda uma reza nova,
sílabas incógnitas geram no útero do destino
Uma composição de quatro notas anuncia as primeiras vogais que semearão um novo jardim.
O Prelúdio.
As chuvas já vão passando,
as folhas amadurecem o branco,
a terra firma o pensamento bravamente necessitando devorar folhas.
A rima, a metáfora, e as vontades brotam em canções mais felizes
em notas compostas de harmonia.
A ponta do lápis já inicia sua autoria e assim,
aqui mesmo, escrevo um novo desejo.
Folhas...
Folhas novas e brancas,
primavera vem chegando...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Iniciando

Magnitudes do tempo, Até o ponto zero. O vazio, o descanso...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Blog's

Desamparo XLIII

Oi, com licença. perdi uma ideia, com licença.
estava em outro paraíso... agora domiciliada na ficção por tempo
indeterminado.

diz que eu tô bonita com meu cabelo novo? diz? só pra molhar
as palavras?

amor sonrizal. amor espartilho. amor placebo. amor continente.
amor um deus vazio.

alguns encontros são mais crués que separações.

o susto de ser o infinito de alguém.

o susto de ser o seu infinito.
os escrúpulos alados. o que não viveu..........
sub-traída.

vou tatuar o seu desejo.

e se eu pudesse desafiar esse grito aí dentro de você?
um enigma, um disparate, um sufoco. PRA TE VER E SÓ.
(sobre amanhã ainda nem pensei)

o imponderável. (proíbe)

alguém pra confiar em cada soluço.

em alta velocidade, líquida, o coração agarrado em tudo que não viveu.

oxímoro: você e eu
na vitrola: "não vá se perder por aííííí..."

ei! estarei chupando um sorvete. ei! se você chegar.
e sobre o amor? hein? e sobre o amor??

louças que se acumulam. sonhos que se acumulam. todos sujos.

Muito bom esse texto.
Cléo de Paris do blog:
http://pueril2.zip.net/

domingo, 21 de agosto de 2011

Modern girl

A fora eu tento ser moderninha, "modernoza" e modernizar!E até acredito mesmo nisso tudo, mas não dá! Eu sou mesmo é provinciana, com ares de modernidade pouco assumida, de experiências cosmopolitas escassas, principalmente para determinados assuntos...
Mesmo que eu passe essa energia modern-girl-pernambucana, eu sou mesmo é conservadora
cabeçuda, antipática e nóiada, muito nóiada...
As máscaras sempre caem, porém notável é saber reconhece-las.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Agora?



Senti um cheiro forte lá de trás. Uma saudade perdida nos fugidios dias de 2011. Uma saudade meio dor, uma saudade inapropriada, uma saudade burlesca.
Uma questão que me irrompeu e navalhou descuidosamente, pelo simples fato de te ver feliz...
Ou seria - e eu?
Um abusado e flagelado arrependimento tardado. E um, como feliz assim? E um outro automático e egoísta, e eu? E a mim?
Talvez sejam sentimentos camuflado no ciúmes/saudades que sinto agora. Ou seja o descostume que a falta e o tempo já não esperava ou esperava ver, e agora sem antecedência alguma prevista, se surpreendeu com o momento acontecido, após esses meses todos de ausência. Às vezes esqueço que tudo tarda mais não falha, que um dia as coisas podem mesmo ir embora, aquele velho ditado "cuidado com o que desejas, pode mesmo acontecer", vem aqui à cair.
Mas talvez seja o medo de estar sozinha há tanto tempo. O medo do futuro incerto por vir de caminhada longa e solitária como nunca antes. O medo da pouca força para realizar sonhos possíveis, e de não ter aprendido o que tanto me ensinastes, te decepcionando... E o receio de ficar para "trás" ou sentir-se somente assim.
Camuflagens...
Mascáras meramente egoístas? Ou talvez seja mesmo uma saudade antiga do dividir... ?
E então no alto do meu "mal estar" e minha nada conveniente sensação de retrospectivas, no descuido desses meses todos de pouca procura, e a quase nula e negligenciada presença corpórea, nesses tempos. Eu me pergunto, a pergunta que certamente me farias:
- Mas só agora...?