Ás vezes é necessário testar um pouco a vida para sabermos qual caminho seguir...
O silêncio é composto de uma imensidão de mil palavras...
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Os Sinceros
As vantagens de ser sincero;
As vantagens de ser sincero está na habilidade de nunca faltar com a verdade.
As verdades cruas, duras e honestas.
Porém, será bem verdade sua vocação para dilatar os tamanhos pesares, os sofrimentos e os sentimentos...
Ser sincero compreende sentir mais,.Porque te possibilita desmiusar um sentimento, e olhá-lo com coragem, ainda que os florescimentos presentes se distinguem de forma irracional.
O sujeito sincero ele não se importa com sua exposição, das fragilidades e fraquezas, assim como suas virtudes, claramente conhecidas. E da sua capacidade, ainda que pouco notória a mudanças repentinas, pois é certo que nem sempre os sujeitos sinceros acertam, sabesse que todos nós podemos ser conduzidos pelos caminhos do equívoco e verdades alguma é absoluta.
Ele se opõe a tudo aquilo que não se diz, não se discute e não arca com as estâncias daquilo que transparece verdade.
Mentir para si, para o sujeito sincero, é o maior dos sofrimentos ainda que comparados a tais sujeitos, o sincero seja aquele que esteja em maior desvantagem.
Porém, a felicidade do sujeito sincero é uma vivência continua, de uma construção linear, onde se assume o sofrer. Porque a infelicidade faz parte, primeiras lições de vida.
Os Frutos das sinceridades são colhidos de estação e estação, de ciclo em ciclo, e cada um deles representa um estado de evolução.
Está distante do sujeito sincero o olhar apenas observativo, longe desse sujeito qualquer atitude de amoitamento, os esquecimentos de suas partes colaborativas para dado sentimento.
Para que haja liberdade ao sujeito sincero é preciso estar sempre aberto, tolerante as mudanças, as pessoas, aos sentimentos, aos quereres, as soluções, a tudo que se refere ao âmbito do compartilhamento.
Ser sincero é uma virtude entendida apenas para aos que a tem.
Diferente disso aos que escolhem caminhos não muito sinceros, hábito tão bem consumido pelo pelos tempos e gerações atuais. no julgo da atitude, o sujeito sincero compreende que, a maioria de nós está cultuando o cultivo desse estado já tão presente e satisfatoriamente aceito que é a solidão...
E ela se apresenta por escolha...
És nossa infinita verdade,
Aos sinceros.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Perséfone

“Ou Koré. Em Roma, Proserpina ou Cora. Filha de Zeus e da deusa Deméter, da agricultura, nascida antes do casamento de seu pai com Hera.
Os deuses, Hermes, Ares, Apolo e Hefestos todos cortejaram-na. Deméter rejeitou todos os seus dons e escondeu a filha longe da companhia dos deuses.
Quando os sinais de sua grande beleza e feminilidade começaram a brilhar, em sua adolescência, chamou a atenção do deus Hades que a pediu em casamento. Zeus, sem consultar Deméter, aquiesceu ao pedido de seu irmão. Hades, impaciente, emergiu da terra e raptou-a enquanto ela colhia flores com as ninfas.
Hades levou-a para seus domínios (o mundo subterrâneo), desposando-a e fazendo dela sua rainha.Sua mãe, ficando inconsolável, acabou por se descuidar de suas tarefas: as terras tornaram-se estéreis e houve escassez de alimentos, e Perséfone recusou-se a ingerir qualquer alimento e começou a definhar.
Ninguém queria lhe contar o que havia acontecido com sua filha, mas Deméter depois de muito procurar finalmente descobriu através de Hécate e Helios que a jovem deusa havia sido levada para o mundo dos mortos, e junto com Hermes, foi buscá-la no reino de Hades (ou segundo outras fontes, Zeus ordenou que Hades devolvesse a sua filha).
Como entretanto Perséfone tinha comido algo (uma semente de romã) concluiu-se que não tinha rejeitado inteiramente Hades. Assim, estabeleceu-se um acordo, ela passaria 9 meses junto a Demeter, sendo assim Koré, a eterna adolescente, e o restante com Hades, quando se tornaria a sombria Perséfone. Este mito justifica o ciclo anual das colheitas.
Perséfone é descrita como uma mulher de olhos escuros por Oppiano, possuidora de uma beleza estonteante, pela qual muitos homens se apaixonaram, entre eles, Pírito e Adônis. Foi por causa deste último que Perséfone se tornou rival de Afrodite, pois ambas disputavam o amor do jovem, mas também outro motivo era porque Afrodite tinha inveja da beleza de Perséfone. Embora Adônis fosse seu amante, o amor que Perséfone sentia por Hades era bem maior.
Os dois tinham uma relação calma e amorosa. As brigas eram raras, com exceção de quando Hades se sentiu atraído por uma ninfa chamada Menthe, e Perséfone, tomada de ciúmes, transformou a ninfa numa planta, destinada a vegetar nas entradas das cavernas, ou, em outra versão, na porta de entrada do reino dos mortos. Persefone interferia nas decisões de Hades, sempre intercedendo a favor dos heróis e mortais, e sempre estava disposta a receber e atender os mortais que visitavam o reino dos mortos a procura de ajuda. Apesar disso, os gregos a temiam e salvo exceções, no dia a dia evitavam falar seu nome (Perséfone) chamando-a de Hera infernal.
Entre muitos rituais atribuídos à entidade, cita-se que ninguém poderia morrer sem que a rainha do mundo dos mortos lhe cortasse o fio de cabelo que o ligava à vida. O culto de Perséfone foi muito desenvolvido na Sicília, ela presidia aos funerais. Os amigos ou parentes do morto cortavam os cabelos e os jogavam numa fogueira em honra à deusa infernal. A ela, eram imolados cães, e os gregos acreditavam que Perséfone fazia reencontrar objetos perdidos.
Nos cultos órficos, Dionísio era também amante de Persefone, o deus passava intervalos de tempo na casa da rainha dos mortos, e junto com ela era cultuado nos mistérios órficos como símbolo do renascimento. Conta-se, ainda, que Zeus, o pai da Perséfone, teve amor com a própria filha, sob a forma de uma serpente.
Preciosas informações retiradas de antigos textos gregos, citam que Perséfone teve um filho e uma filha com Zeus: Sabázio e Melinoe era de uma habilidade notável, e foi quem coseu Baco na coxa de seu pai. Com Heracles, (Algumas versões citam Zeus ou até mesmo Hades) teve Zagreus, que seria a prinmeira reencarnação de Dionisio. Perséfone, com Hades, é mãe de Macária, deusa de boa morte.”
Texto Wikipédia mesmo!!
sábado, 16 de julho de 2011
Sakyamuni Buda

A tribo Skya, governada pelo Rei Shuddhona Gautama, vivia na encosta sul do Himalaia, ao longo do rio Rohini. Este Rei estabelecera sua capital em Kapila, onde construíra uma grande castelo, do qual governava sabiamente, conquistando assim a simpatia dos seus súbitos.
A Rainha chamava-se Maya, cujo o pai era tio do Rei e também soberano de distrito vizinho, do mesmo clã Sakya.
Durante vinte anos, o casal real não teve filhos. Uma noite, entretanto, a Rainha Maya ficou grávida quando viu, num sonho, um elefante branco entrar no seu ventre, através da sua axila direita.
Com a notícia, o Rei e o povo esperaram com incontida ansiedade o nascimento do príncipe. Atendendo a tradição a Rainha voltou à casa paterna, para dar a luz, ficando a meio caminho, no Jardim Lumbini para repousar, num alegre e bonito dia de primavera.
Maravilhada com a beleza das flores de Asoka (Jonesia Asoka Roxb), estendeu seu braço direito para apanhar um ramo; ao fazer este movimento deu à luz a um príncipe. Todos manifestaram sua sincera alegria e glória da Rainha e seu filho. Céu e Terra se regozijaram. Era o dia 8 de Abril.
o Rei chamou seu filho de Sinddhartha, que significa "Todos os desejos cumpridos".
*Do livro - O buda, Siddhartha Gautama
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Termo

Transcendência,
Da raiz latina "ascender" - Elevar-se, subir.
Pode significar religiosamente que Deus está completamente além dos limites do mundo.
Para Kant, a "transcendência", se opõem ao "transcendental", é o que jaz além da nossa capacidade de conhecimento, além do legitimamente conhecido.
O "transcendente" é aquilo que transcende a nossa própria consciência.(Fenomenologia)
Ainda segundo Kant, o ser humano é um ser essencialmente transcendente. Ele não se conforma com a realidade ou um único objeto. Está sempre se projetando ‘para fora’. Busca satisfazer um desejo e uma capacidade para transcender a si mesmo, ou seja, de sair de seu estado atual para buscar algo novo, na busca de novos objetos ou além do próprio objeto.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Disse a boneca Emília:
"A vida, Senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais.
[...] A vida das gentes neste mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscados. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e brinca; pisca e estuda; pisca e ama; pisca e cria filhos; pisca e geme os reumatismos; por fim pisca pela última vez e morre.
- E depois que morre? – perguntou o Visconde.
- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?”
terça-feira, 28 de junho de 2011
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