domingo, 5 de junho de 2011

Cuida bem



É de ouro, mas corrói...

terça-feira, 31 de maio de 2011

Eis

Nada ou Tudo, that is the quetion.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Menina Dinossauro, Universo em Flor

Menina Dinssauro: Porque menina eu sou. Dinossauro porque eu deixei de ser menina lá nos tempos da pré-história do Brasil.

Universo em Flor: porque na minha mente brota pensamento de Galáxias Anulares e outras mais...

... - terça-feira, 21 de Abril de 2009 ás 19:37h

Tava olhando os textos que tenho arquivados no meu computador e achei esses aqui, não sei porque nunca postei, mas achei legal postar

Eu já morri de amor verdadeiro
Os outros já passam como meros encantamentos
Quem morre de amor assim
o mar já levou
Não tem para que ter desespero
Não existe mais corpo,
não tem como ter dor.

...


engano acreditar que a vida só trará "meros encantamentos", a vida sempre nos trás... mas sim a dor já é outra isso é certo... porém ainda dor...

Ao meu vizinho, eu já fui apaixonada por um... rsrsrs - quarta-feira, ‎22‎ de ‎abril‎ de ‎2009, ‏‎00:11:30


Arde, ardências e desejos.
Espera de repetição, expectativa de procura,
expectativa de sinalização a reciprocidade
Encantamento.
Então penso em tomar uma atitude louca,
Não tão louca...
Uma ligação, quem sabe?
Chamar para sair, quem sabe?
Mas parece não funcionar,
não há procura da outra parte e nem captura das essências.
Minha imaginação sobe ao alto tendo em vista uma noite embriagada de libertinagens como outrora.
Só Mais uma vez...?
Para aproveitar todas as substâncias de carícias, todas as horas, todos os desejos, sem medos.
Imagino..
Mas amanhã o telefone toca, mais uma vez,
assim como deve ser.
E um chamado me evoca para aquilo que pertenço, acredito...
E vem me interromper desse onirismo lascivo
Me colocando em par, e não ímpar.
Me chamando para amanhecer comigo o dia.
E deixando para trás as loucuras fugazes da vida.
Um discurso coerente, excessivo e cobrador
E mesmo depois, ainda sim, arde o fervor do encanto,
que em meu bairro saio procurando
me vasculhando, me deixando inquieta,
gerando alma de aventura.
Me desprendendo do que fui
E me deixando maldosamente e silenciosamente
cair em madrugada vazia,
Uma mão forte, e viril
mordaça minha boca de incertezas nunca sentidas antes,
me pondo nas mais básicas das questões;
Não sei o que ser
Não sei o que querer...
Não sei...
Mas se quero do que de mais novo experimentei,
esse novo de certo não me quer.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Xeque, mas não mate...



O Texto:

Ás Felicidades vão e vem, e ás vezes até aqueles velhos sonhos, quase que sozinhos, buscam desaparecer. O fluxo da vida e do tempo é tão intenso que nos faz perder os sentidos que outra haviam sido rigidamente construídos, desejos que pareciam primordiais já cansam. A realidade é cumprida e há uma distância entre as duas partes, o que de fato é, o que de fato deveria ser. Então a sensibilidade muda e quando você menos espera os caminhos já são outros. E a ameaça é eminete, tudo por desmoronar, antecipademente ou tardiamente. Não sei...

Neste momento tenho o meu rei no tabuleiro protegido apenas pela minha torre, meu cavalo já não me dispõe e a rainha está por vir me trazendo o tão temido xeque-mate. Meu rei morrerá levando junto o brilho e os sonhos daquelas horas de embriagues dionísiaca, das tardes laboratórias de vidas e vidas outras, dos sonhos de temporadas e dos preciosos olhares. Parece que a magia tem se ofuscado, meu terreno se perdeu nas horas de dilúvio entre uma parada e outra do terminal de Setúbal\Cond. da Boa Vista e o péssimo ar do Cais de Santa Rita. As rotinas cansam, e por fim acabam dolorosamente machucando, dia após dia. Mesmo quando você escolhe um caminho sem rotinas, mesmo quando você acredita que colorido será seus dias quando só te ocupas com o ofício da criação, porém ainda sim é rotina, e ela pode ser massacrante quando se mora longe e se tem que fazer a viagem todo os dias, sem recursos, sem possibilidade de retorno, no insucesso demasiado financeiro.

A falta de investimento artísticas nesse país (nordeste), a falta de importância para com o seu trabalho esforçado, e sua gratuíta doação inocente, é o confronto dos desencaminhamentos. Não há progressão, no coração do artista o teatro do "amor",  puro e simples. Já aos olhos da realidade, o Teatro que não paga nem teu ônibus sofrido, menos ainda aquele teu lanchinho de 1,99. O fim dessas aventuras tem um encerramento trágico ou um fim merecido.

Neste momento mais uma estreia se apróxima e lá está meu último suspiro. O que acarretou tudo isso?
 Força? Sorte? Comportamentos impulsivos e falta de premeditação? Ou até mesmo a deconfiança no talento próprio.

Ainda não sei como será o meu envolvimento com a arte daqui pra frente, mas posso me adiantar que meu rei está cansado e a rotina comum a todos os homens me parece um paraíso. Talvez isso seja uma crise, porém devo dizer de forma mais explicativa antes de qualquer outro plano de trabalho, que por hora paguem meu cachê. É só isso...


Escrito em 2009

sábado, 26 de fevereiro de 2011

voltar inteira!