quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Tudo aquilo que eu quis dizer para você
Eu não sei bem porque eu estou a fazer esse vídeo. Na verdade não tenho ideia porque me pus diante da lentes da câmera.
Acho que essa conversa começou entre eu, você e o meu cabelo. Ou talvez eu e você, e a toalha displicentemente jogada no chão. Talvez as roupas do varal sintam qualquer coisa, eu não sei...
Ora! Ás vezes sinto que tenho muito volume, mas às vezes eu preciso mesmo é comprimir... Entende o que eu digo?
Mesmo? Porque eu posso explicar! Eu posso mesmo explicar.
Porque se você não entendeu eu posso re-começar. Não há problemas em re-começar, não é? Ou há?
Se caso você não tenha entendido eu posso explicar tudo até que faça qualquer entendimento, compreende? Até que você crie seu próprio sentido.
E se você acha que ainda não é o suficiente, posso te dar aquilo exatamente o que você quer. Exatamente como você precisa, do jeito que você mais espera, aquilo que você mais acredita...
E então podemos, eu e você, a tolha, meus cabelos, e quem sabe as roupas do varal, com o vento sentido leste. Assim juntos, explicando e entendendo...
Mas se caso você ainda não entender, posso ser tudo, exatamente tudo aquilo que eu possa ser.
Claro, até porque você percebeu o que eu quis dizer.
Percebeu?
Acho que essa conversa começou entre eu, você e o meu cabelo. Ou talvez eu e você, e a toalha displicentemente jogada no chão. Talvez as roupas do varal sintam qualquer coisa, eu não sei...
Ora! Ás vezes sinto que tenho muito volume, mas às vezes eu preciso mesmo é comprimir... Entende o que eu digo?
Mesmo? Porque eu posso explicar! Eu posso mesmo explicar.
Porque se você não entendeu eu posso re-começar. Não há problemas em re-começar, não é? Ou há?
Se caso você não tenha entendido eu posso explicar tudo até que faça qualquer entendimento, compreende? Até que você crie seu próprio sentido.
E se você acha que ainda não é o suficiente, posso te dar aquilo exatamente o que você quer. Exatamente como você precisa, do jeito que você mais espera, aquilo que você mais acredita...
E então podemos, eu e você, a tolha, meus cabelos, e quem sabe as roupas do varal, com o vento sentido leste. Assim juntos, explicando e entendendo...
Mas se caso você ainda não entender, posso ser tudo, exatamente tudo aquilo que eu possa ser.
Claro, até porque você percebeu o que eu quis dizer.
Percebeu?
domingo, 25 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Hoje é um dia de saudades. Dessas saudades que na verdade não exitem, "saudades inexistentes". Explicando melhor, são as saudades do que não foi, Saudades de coisas que não existiram, daquilo que não foi feito. Daquele pensamento, eu posso fazer ainda muito mais.
Estranho... Como ter saudade de algo que não se fez??
Digo então, isto é a saudades dos sonhos, daqueles sonhos que acreditamos que um dia poderá se tornar realidade ou simples arrependimentos de algo que você fez.
Pois sempre vos digo, é melhor se arrepender do que você faz, do que se arrepender do que você não faz Assim, talvez, não se corra o risco de um dia se ter saudades na crença que algo possa de fato acontecer.
Estranho... Como ter saudade de algo que não se fez??
Digo então, isto é a saudades dos sonhos, daqueles sonhos que acreditamos que um dia poderá se tornar realidade ou simples arrependimentos de algo que você fez.
Pois sempre vos digo, é melhor se arrepender do que você faz, do que se arrepender do que você não faz Assim, talvez, não se corra o risco de um dia se ter saudades na crença que algo possa de fato acontecer.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Agora quero falar de carreira. Dez anos de Teatro, formação, profissionalização, palco.
Atualmente, nada. Decidi dar um stop de carreira, afastar o espirito para abrandar as mágoas.
Mágoas que eu mesma produzi pelas minhas próprias falhas. Falhas que hoje as encaro frontalmente, porém não 100 porcento curada. Vou andando, quem sabe... Um trabalho ali, comum, como qualquer outro trabalho que preenche o tempo da maioria dos cidadões deste planeta. Uma tentativa de se envolver com as arte em terras que não são minhas, mas é isso que interessa, a tentativa. O resultado sempre resulta, só não sabemos como.
A luta, a garra, são essas unhas altas que precisam saber a medida da verocidade saudável, não da briga, mas da luta. Da luta pela vida, por estar aqui, por criar meios em que você possa estar nesse mundo, crescer, progredir fazer parte, o sucesso.
O que é o sucesso? Hoje bem sei que nada tem haver somente com a sorte, o sucesso é aquilo que trás tua felicidade, fazer algo que me faça feliz, atingir algo que me coloque nos 10 porcentos de cidadões do mundo que pode ter o direito de trabalhar com aquilo que goste, ame, realmente ame. Mas esse caminho é mesmo turvo, e parece que tudo calha no mesmo desespero humano, a esfera do medo. Ainda sou sugada pelo medo, essa sensação estranha de que sua vida está a perder, medo das decisões, ainda não decididas, das futuras decisões, medo de sim mesmo. Medo do não retorno, sempre o medo paralisando, ofuscando, criando um véu turvo, destorcendo os sentidos da vida,criando uma esfera do não-poder.
Existem regras para a vida,e é o que todos dizem, mas afinal só conheço mesmo três regras praticas para vida: nascer, crescer, morrer... Todo o resto é criação, e toda criação pode ser reinventada. Para tanto é necessária tapar os ouvidos, pois há muito a se aprender, mas ainda há muitos conceitos repetidos. É preciso inteireza e sagacidade própria, estar de acordo com o que se quer, não o contrário. Para tanto é preciso se abdicar. Abdicação do objeto desejado, um tanto isso... Mas se para ser inteiro é preciso ser o que você quer ser, por que abdicação? E então a resposta mais plausível de todos os tempos: Sociedade. É ela a temer-se de medo é ela que destoa. E é dela que vivemos, e por isso dou-te meu suor até que possa colher tudo aquilo que planto. Plante bem o seu jardim, e os frutos serão todo resultado de teu trabalho. Hoje é dia de cuidados.
Atualmente, nada. Decidi dar um stop de carreira, afastar o espirito para abrandar as mágoas.
Mágoas que eu mesma produzi pelas minhas próprias falhas. Falhas que hoje as encaro frontalmente, porém não 100 porcento curada. Vou andando, quem sabe... Um trabalho ali, comum, como qualquer outro trabalho que preenche o tempo da maioria dos cidadões deste planeta. Uma tentativa de se envolver com as arte em terras que não são minhas, mas é isso que interessa, a tentativa. O resultado sempre resulta, só não sabemos como.
A luta, a garra, são essas unhas altas que precisam saber a medida da verocidade saudável, não da briga, mas da luta. Da luta pela vida, por estar aqui, por criar meios em que você possa estar nesse mundo, crescer, progredir fazer parte, o sucesso.
O que é o sucesso? Hoje bem sei que nada tem haver somente com a sorte, o sucesso é aquilo que trás tua felicidade, fazer algo que me faça feliz, atingir algo que me coloque nos 10 porcentos de cidadões do mundo que pode ter o direito de trabalhar com aquilo que goste, ame, realmente ame. Mas esse caminho é mesmo turvo, e parece que tudo calha no mesmo desespero humano, a esfera do medo. Ainda sou sugada pelo medo, essa sensação estranha de que sua vida está a perder, medo das decisões, ainda não decididas, das futuras decisões, medo de sim mesmo. Medo do não retorno, sempre o medo paralisando, ofuscando, criando um véu turvo, destorcendo os sentidos da vida,criando uma esfera do não-poder.
Existem regras para a vida,e é o que todos dizem, mas afinal só conheço mesmo três regras praticas para vida: nascer, crescer, morrer... Todo o resto é criação, e toda criação pode ser reinventada. Para tanto é necessária tapar os ouvidos, pois há muito a se aprender, mas ainda há muitos conceitos repetidos. É preciso inteireza e sagacidade própria, estar de acordo com o que se quer, não o contrário. Para tanto é preciso se abdicar. Abdicação do objeto desejado, um tanto isso... Mas se para ser inteiro é preciso ser o que você quer ser, por que abdicação? E então a resposta mais plausível de todos os tempos: Sociedade. É ela a temer-se de medo é ela que destoa. E é dela que vivemos, e por isso dou-te meu suor até que possa colher tudo aquilo que planto. Plante bem o seu jardim, e os frutos serão todo resultado de teu trabalho. Hoje é dia de cuidados.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
- Qual o problema com você garota?
- eu perdi
- Mas perdeu porque?
- perdi, porque perdi.
- e qual foi o motivo menina de choro?
- eu perdi todo o jogo e agora não tem como tentar outra vez pelo mesmo motivo cujo qual você vai ter que consertar o que diz - "qual seu problema mulher?" ."e qual foi o motivo da senhora sentir tanto choro?"
isso...
- eu perdi
- Mas perdeu porque?
- perdi, porque perdi.
- e qual foi o motivo menina de choro?
- eu perdi todo o jogo e agora não tem como tentar outra vez pelo mesmo motivo cujo qual você vai ter que consertar o que diz - "qual seu problema mulher?" ."e qual foi o motivo da senhora sentir tanto choro?"
isso...
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Doença Moderna
"A depressão é algo normal, quem nunca teve depressão, é estranho". Disse a Atriz Kirsten Dunst, ao falar de sua experiência com a doença. E não deixo de me perguntar como uma atriz no naipe dela, que realizou tudo aquilo que um dia meu trabalho de toda uma vida ainda sonha em realizar, ao menos 1/4 dele, pode ter vivido tamanha insatisfação em sua vida? E me vem a cabeça de como esse mundo é competitivo, como ter tudo e não ter nada podem ser a mesma coisa.
Somos geradores de um grau de exigência absurda sobre todos nós, exigência da inteligencia, da aparência, das convicções, do caráter, da moralidade.
Precisamos o tempo todo mostrar algo, a alguém, a você, a mim mesmo, e tudo funciona desse jeito. E desse mesmo modo onde você precisa de "mim", posso parecer ser o que eu não sou. De fato não há raiz do problema mais exata do que a social, e então, sem querer por culpa no social pelo sofrimento próprio, ou falta de direção e força. Mas penso que antigamente a maior preocupação das doenças emocionais, eram doenças ligadas ao sexo e repressão, como os estudos de Freud sobre histeria e esquizofrenia. Hoje essa doença moderna chamada depressão é um simples vazio. É a dor por nada sofrer. Vazio puro e simples.
Em nosso mundo atual em que a ciência parte do principio de que existem partículas menores do que um átomo, que a lei da relatividade está errada, que o famoso físico quântico pode provar a existência de Deus fazendo um paralelo com a teoria de Matrix, contradizendo tudo aquilo que acreditávamos ou a ciência acreditava. Estamos hoje todos aqui nesse mundo povoados por um vazio existencial quase que sem retorno e agarrados a convenções passadas e sem nenhuma ação autônoma em nossas vidas.
E mesmo que você diga, eu sou um Artista, eu faço diferente, é mentira. Estamos todos doentes, vazios, infelizes, sem porquês, a procura de algo que não temos a menor ideia do que seja... E para abafar todo esse sentimento que cresce pelas ruas, criamos planos de foco, empurrando uns aos outros para cair. E claro, consumir, consumir. E é desse modo que passamos todos os dias uns pelos outros, pelas ruas de nossas belas cidades, assistindo os carros destruírem o nosso ambiente, mendigos e pessoas em estado de pura destruição, pobreza, indiferença, violência e tantas outras coisas a mais. E desfilamos assim, "vivos", sabidos de tudo. Tudo.
Somos geradores de um grau de exigência absurda sobre todos nós, exigência da inteligencia, da aparência, das convicções, do caráter, da moralidade.
Precisamos o tempo todo mostrar algo, a alguém, a você, a mim mesmo, e tudo funciona desse jeito. E desse mesmo modo onde você precisa de "mim", posso parecer ser o que eu não sou. De fato não há raiz do problema mais exata do que a social, e então, sem querer por culpa no social pelo sofrimento próprio, ou falta de direção e força. Mas penso que antigamente a maior preocupação das doenças emocionais, eram doenças ligadas ao sexo e repressão, como os estudos de Freud sobre histeria e esquizofrenia. Hoje essa doença moderna chamada depressão é um simples vazio. É a dor por nada sofrer. Vazio puro e simples.
Em nosso mundo atual em que a ciência parte do principio de que existem partículas menores do que um átomo, que a lei da relatividade está errada, que o famoso físico quântico pode provar a existência de Deus fazendo um paralelo com a teoria de Matrix, contradizendo tudo aquilo que acreditávamos ou a ciência acreditava. Estamos hoje todos aqui nesse mundo povoados por um vazio existencial quase que sem retorno e agarrados a convenções passadas e sem nenhuma ação autônoma em nossas vidas.
E mesmo que você diga, eu sou um Artista, eu faço diferente, é mentira. Estamos todos doentes, vazios, infelizes, sem porquês, a procura de algo que não temos a menor ideia do que seja... E para abafar todo esse sentimento que cresce pelas ruas, criamos planos de foco, empurrando uns aos outros para cair. E claro, consumir, consumir. E é desse modo que passamos todos os dias uns pelos outros, pelas ruas de nossas belas cidades, assistindo os carros destruírem o nosso ambiente, mendigos e pessoas em estado de pura destruição, pobreza, indiferença, violência e tantas outras coisas a mais. E desfilamos assim, "vivos", sabidos de tudo. Tudo.
Bom, não tenho a mínima ideia porque escrevi isso, mas termino o texto com a frase do filme melancolia de Lars Von Trier, onde a atriz sitada logo a cima, a Kristian Dunst é a que empresta seu digníssimo trabalho, muito bem realizado a trama. A frase é dita em uma conversa entre as irmãs a respeito do temido planeta que está para se chocar com a terra, em uma cena onde o principal contexto é a dúvida do choque do planeta, e a incerteza de nossa futura existência, uma irmã diz a outra: " A vida na terra é má, minha irmã! Merecemos ser extintos". - Simples não é???
Mas absoluta.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
UNO
Pluralidade, confluências do novo tempo.
A cada esquina uma desigualdade,
observe o espelho, só há unilateralidade.
Agora descubra o diverso.
Um instante de cores sobrepõe a sombra do vazio,
e na esfera do consumo, eu presumo que o amanhã agora já jaz,
é preciso velocidade para pular, saltar, trocar.
O colorido hermético falece saturado em uma velocidade midiática, próprio de nosso tempo.
sSaboreie tudo, e a curto prazo deleite-se com a cereja da superfície
uma , duas, três, quatro infinitos talvez,
e já não há mais profundidade.
Acalme a pele, esquente a carne
basta ser apenas o necessário.
Observe o espelho, e já não estarias mais nele
Então eu grito uno
UNO
agora já não sou mais um
agora já não sou.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Malas, mochilas e outros acessórios
Foi iniciada a etapa da arrumação da mala, acho que quando essa etapa se incia é por que a coisa está preta. Restando apenas 6 dias para partir, percebo o choque de cultura que se aproxima, o choque de realidade que enfrentarei. Ir para Europa pode parecer um sonho, mas para mim será um sonho lúcido de chão árido ou liso, de cor pastel ou purpura, pois estarei indo por essa aventura completamente desacompanha e quase que isenta de qualquer conhecimento do lugar e das pessoas que nele vivem, obtenho apenas dois contatos que não poderei, infelizmente, carrega-los para todos os lados dessa cidade que é Lisboa, e vejo que aprenderei muito sobre estar só, viver só e aceitar o outro, esse outro qualquer que cruza teu caminho é que pode ter um universo completamente oposto ao seu, um universo que poderá ser dispare, sem qualquer semelhança, aquilo que narciso tanto busca no outro, o espelho. Desfragmentar essas necessidades me parece uma experiencia boa, acredito, aceitar os acasos e incluir um novo regimento pessoal pelos outros.
Tenho tentado me despedir das pessoa ao máximo, marcando encontros durante a semana com cada uma em especial, apesar de nem todos poderem sair de seus compromissos semanais, o que me deixa preocupada porque sinto uma sede de amigos em momentos como, um café, um passeio qualquer, um cinema, uma tarde de domingo, não há momento melhor do que esses quando acompanhado com eles e poder saber que as conversas já obtém o açúcar da afeição, confiança e amor, tenho estado cada vez mais feliz por todos que tenho conquistado ou que me conquistaram aqui no meu Recife, isso me ressalta em felicidade.
Hoje não visitei minha avó, que mora aqui do lado, e sei que não a vi por falta de esforço. Preciso vê-la todo dia, pelo meu amor a ela, pelo o amor dela por mim, pela mulher que ela é, pela a distancia e o tempo que vai se impor, pela sua idade e pela saudade que vai existir. Não só a ela, mas a todos e em especial minhas tias, pai e mãe.
Comprei um livro imitado, digo isso porque estava com um amigo, grande amigo, apesar de termos somente alguns encontros em nossa cota de presença física, três ou quatro, porém a afinidade e sinergia que nos acomete em cada em encontro nos coloca em outro patamar de associação amigável. Ele estava com um livro de poesias de um autor chamado Daniel Lima e fomos a praia numa tarde de sábado lê-lo e recita-lo, e eu ainda não o conhecia, o livro e o autor, mas de hora apaixonei-me, tanto quanto ao momento, e quis imita-lo logo, passamos em uma livraria e comprei um livro igual, e decidi hoje fazendo as malas, coisa não muito fácil, onde sua cabeça mede pesos e dimensões, que esse livro de poesias será meu guia, minha leitura de avião que me acalmará e tirará todos os pensamentos de morte de minha imaginação lostiniana, e de todas as outras minhas viagens em Portugal.
Tracei agora a pouco um planejamento de mochilão pela Europa, e fiz uma lista de países que gostaria de visitar, uma lista imensa que sei que não vai acontecer, afinal não estou indo e investindo nessa viagem só para viajar, mas escolhi, observando todos os desejos e fantasias, quais aqueles paises e cidade que não posso deixar de ir, que estão nos meus sonhos e sem bem quais são, Paris, Veneza, Roma, Barcelona, Londres e Amsterdã. Cinco cidades, adoraria visitar florença, toscana, mas seria luxo dos luxos tanta hospedagens, nem penso na Alemanha, viveria sem ela, adoraria Ibiza e as ilhas Palmas de Maiorca e Minorca, mas quem sabe se rolar uma turma, Madrid tenho casa até dia 31 desse mês, preciso organizar, tudo vai depender. Verdade, tudo vai depender.... Mas Paris e Veneza são meus xodó, Londres não posso abrir mão, elas terão que acontecer...
No mais, me sentei na sala com meu netbook, o que levarei na viagem, e fiquei a pensar nas ansiedades, e comecei a escrever tudo isso. Minha ansiedade por essa viagem é tão grande que me parece que minha barriga rola uma briga de gatos, hora um pensamento iluminado e extraordinário, hora um medo, um pesadelo, um surto de pânico que instaura tudo e o medo de cair no escuro mesmo indo com bons recursos. Mas pode ser natural, o medo, mas me falar isso me gera a dúvida, o que pode ser isso? Natural ou intuitivo? respostas que só chegarão em seus momentos... Riscos é isso, é isso os riscos...
"E se não ousarmos?
Estaremos para sempre à margem de nós mesmos." F. Pessoa.
Tenho tentado me despedir das pessoa ao máximo, marcando encontros durante a semana com cada uma em especial, apesar de nem todos poderem sair de seus compromissos semanais, o que me deixa preocupada porque sinto uma sede de amigos em momentos como, um café, um passeio qualquer, um cinema, uma tarde de domingo, não há momento melhor do que esses quando acompanhado com eles e poder saber que as conversas já obtém o açúcar da afeição, confiança e amor, tenho estado cada vez mais feliz por todos que tenho conquistado ou que me conquistaram aqui no meu Recife, isso me ressalta em felicidade.
Hoje não visitei minha avó, que mora aqui do lado, e sei que não a vi por falta de esforço. Preciso vê-la todo dia, pelo meu amor a ela, pelo o amor dela por mim, pela mulher que ela é, pela a distancia e o tempo que vai se impor, pela sua idade e pela saudade que vai existir. Não só a ela, mas a todos e em especial minhas tias, pai e mãe.
Comprei um livro imitado, digo isso porque estava com um amigo, grande amigo, apesar de termos somente alguns encontros em nossa cota de presença física, três ou quatro, porém a afinidade e sinergia que nos acomete em cada em encontro nos coloca em outro patamar de associação amigável. Ele estava com um livro de poesias de um autor chamado Daniel Lima e fomos a praia numa tarde de sábado lê-lo e recita-lo, e eu ainda não o conhecia, o livro e o autor, mas de hora apaixonei-me, tanto quanto ao momento, e quis imita-lo logo, passamos em uma livraria e comprei um livro igual, e decidi hoje fazendo as malas, coisa não muito fácil, onde sua cabeça mede pesos e dimensões, que esse livro de poesias será meu guia, minha leitura de avião que me acalmará e tirará todos os pensamentos de morte de minha imaginação lostiniana, e de todas as outras minhas viagens em Portugal.
Tracei agora a pouco um planejamento de mochilão pela Europa, e fiz uma lista de países que gostaria de visitar, uma lista imensa que sei que não vai acontecer, afinal não estou indo e investindo nessa viagem só para viajar, mas escolhi, observando todos os desejos e fantasias, quais aqueles paises e cidade que não posso deixar de ir, que estão nos meus sonhos e sem bem quais são, Paris, Veneza, Roma, Barcelona, Londres e Amsterdã. Cinco cidades, adoraria visitar florença, toscana, mas seria luxo dos luxos tanta hospedagens, nem penso na Alemanha, viveria sem ela, adoraria Ibiza e as ilhas Palmas de Maiorca e Minorca, mas quem sabe se rolar uma turma, Madrid tenho casa até dia 31 desse mês, preciso organizar, tudo vai depender. Verdade, tudo vai depender.... Mas Paris e Veneza são meus xodó, Londres não posso abrir mão, elas terão que acontecer...
No mais, me sentei na sala com meu netbook, o que levarei na viagem, e fiquei a pensar nas ansiedades, e comecei a escrever tudo isso. Minha ansiedade por essa viagem é tão grande que me parece que minha barriga rola uma briga de gatos, hora um pensamento iluminado e extraordinário, hora um medo, um pesadelo, um surto de pânico que instaura tudo e o medo de cair no escuro mesmo indo com bons recursos. Mas pode ser natural, o medo, mas me falar isso me gera a dúvida, o que pode ser isso? Natural ou intuitivo? respostas que só chegarão em seus momentos... Riscos é isso, é isso os riscos...
"E se não ousarmos?
Estaremos para sempre à margem de nós mesmos." F. Pessoa.
domingo, 6 de maio de 2012
Colombina
Arlequim
Você não me leva a nada,
e se quiser saber pra onde eu vou...
Pierrot
O teu afeto me afetou é fato,
porém ir, é somente IR.
Outros sóis, é pra lá que eu vou
e por "fim",
eu os guardo, a dois.
Você não me leva a nada,
e se quiser saber pra onde eu vou...
Pierrot
O teu afeto me afetou é fato,
porém ir, é somente IR.
Outros sóis, é pra lá que eu vou
e por "fim",
eu os guardo, a dois.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Coisa nenhuma de lugar algum
Para quem não sabe sentir qualquer aroma distinto
aroma algum pode ser apenas conforto,
e tira toda essa monotonia,
essa coisa nenhuma
de coisa alguma
de lugar algum
de sentimento nenhum.
um poliglotismo, uma viagem, uma mão qualquer, um favor qualquer, um paraíso qualquer
uma comidinha?
E mais uma volta aos lugares comuns.
E os 20 poucos anos...
estar rodeado, "completo", completando... Estar simplesmente, estar.
Então deixa estar.
terça-feira, 27 de março de 2012
Para "des-sentir"
Sentir-se bobo é assim, acreditar em algo bom, arrumar sua linda gravata borboleta, usar o seu melhor perfume, se vestir de linho, calçar seu sapato mais caro e ao final se atemorizar com o resultado. É você querer uma benção enquanto recebe as costas, é quando você espera pelo o que não espera por você. É esse nariz torto dessa mulher torta, que ainda acredita e ama no que gosta de fazer.
Para conversar
Ando estudando francês, mesmo precisando mais do inglês. Ando com ideias de futuros negócios de planejamento para futuros negócios. Ando lendo sobre fotografia e escrevendo mais, e tenho tentando aprender a escrever poesia. Ando esperando, somente esperando. Ando em puro recomeço. Ando lendo Pessoa e Einstein, ando namorando Lisboa via google maps. Ando angustiada com a perda de dois trabalhos, ando planejando o futuro material, ando distanciada do Teatro, engordando mais, e pensando em um monte de coisas que poderia ter feito enquanto estava fazendo um monte de outras coisas.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Quero
Violino, violão
Piano e trompete.
Francês, inglês, espanhol, italiano.
A dança, o jazz, o circo, a voz.
A Gastronomia, as artes plásticas.
História, política, antropologia, astrologia, mitologia.
A poesia, a critica, a rima, ousadia.
O nariz pequeno, a barriga curvilínea, 4 quilos a menos,
o cabelo liso, olhos menos afundados, altura.
Coragem, o triplo de amizades, o desapego, concentração, maior disposição,
velocidade, voracidade, menos ansiedade e antecipação.
E assim creio que o dinheiro é consequência de nossas qualidades.
Tem que nascer de novo, Patrícia. Tem que viver outra vez...
Piano e trompete.
Francês, inglês, espanhol, italiano.
A dança, o jazz, o circo, a voz.
A Gastronomia, as artes plásticas.
História, política, antropologia, astrologia, mitologia.
A poesia, a critica, a rima, ousadia.
O nariz pequeno, a barriga curvilínea, 4 quilos a menos,
o cabelo liso, olhos menos afundados, altura.
Coragem, o triplo de amizades, o desapego, concentração, maior disposição,
velocidade, voracidade, menos ansiedade e antecipação.
E assim creio que o dinheiro é consequência de nossas qualidades.
Tem que nascer de novo, Patrícia. Tem que viver outra vez...
sábado, 24 de março de 2012
Ela
Agora é ela, faminta, estrábica, " seul ".
Agora é ela, ainda irrealizável, meio caminho andado, no ponto zero.
E ela?
Lembra ainda no tempo do bullying que ao espelho perguntou - Quando serei normal?
Bifurcada para não dizer ambígua, aleijada para dar culpa a desigualdade.
Gaiata, dispersa, vencida, dolorida. Quanto ainda?
Descompromissada como uma aquariana, apaixonada como uma pisciana.
Agora ferve deleite.
Ela vai embora abandonar o que lhe é de direito, o rumo certo ao incerto.
Eu prometo, trarei as revoluções soltas em meus cabelos.
Esconda menina, esconda!
parece que esse teu olhar já guarda todas as torturas. Desvio...
É tudo mentira...
Ela está cheias de rugas dos sorrisos soltos e amarelos
É tudo mentira...
Vive encharcada em lagrimas das quimeras.
É o ascendente, é ele.
Peixes, contingencias em si.
E as conversas?
Há as conversas! É para as antenas,
para me manter antenada, para manter vocês antenados que estou antenada, isso...
"E se não ousarmos???
Teremos ficado... para sempre ...
À margem de nós mesmos." F. Pessoa
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Agora
E essa vontade de escrever tudo aquilo que ainda não escrevi, de conhecer os corações que ainda não conheço, de gritar uma língua que ainda sou muda e descobrir pensamentos outros que poderiam ser meus? E tudo isso fica aqui, invadido por vontade, uma vontade atravessada de mundo. E um, e se não for agora? Não será jamais...
quinta-feira, 1 de março de 2012
Ajustamento.
Quando o regresso dessa longa ida chegar, e minha velha vida volver, poderá assim quiçá toda essa poeira pueril baixar. Mas também ainda não posso prometer, a terra enrugar, as juntas doer, o sangue parar de ferver. Pode... Pode sim! Que eu volte novamente a envelhecer.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Dama de Copas
Dama da benevolência
entindade absoluta dos apaixonados
derrama esses festins e acorda os olhos das ilusões turvas
dos olhares incrédulos, dos amantes desonrosos
foges das graças daqueles que não se enfeitam de flores
E escorre esse tempo
"Meia noite corre o tempo
e eu estou deitada sozinha" (Safo)
Saboreia estes festejos
As alegrias fugazes dos andarilhos
e decora tuas tranças com dionisíacos Anetos
libera teu aroma nas rosas dos ventos
E aflora teu corpo de novos desejos
minha cabeça está erguida de grinaldas
flores a apanhar do universo
oh, derradeira benevolência
se o amor é uma graça, pobre os que o tem de graça
por outrora já tê-lo recebido.
entindade absoluta dos apaixonados
derrama esses festins e acorda os olhos das ilusões turvas
dos olhares incrédulos, dos amantes desonrosos
foges das graças daqueles que não se enfeitam de flores
E escorre esse tempo
"Meia noite corre o tempo
e eu estou deitada sozinha" (Safo)
Saboreia estes festejos
As alegrias fugazes dos andarilhos
e decora tuas tranças com dionisíacos Anetos
libera teu aroma nas rosas dos ventos
E aflora teu corpo de novos desejos
minha cabeça está erguida de grinaldas
flores a apanhar do universo
oh, derradeira benevolência
se o amor é uma graça, pobre os que o tem de graça
por outrora já tê-lo recebido.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Find
Entusiasmo;
"s.m. Ardor que impele a fazer algo; arrebatamento: entusiasmo patriótico, religioso.
Espécie de exaltação que anima um escritor, um artista: entusiasmo poético.
Grande demonstração de alegria: acolher com entusiasmo.
Admiração apaixonada, ardor, veemência: falar com entusiasmo de um autor"
Aurélio.
É isso! Para receber/doar/procurar/encontrar/satisfazer/conquistar...
“ Mas eu não quero
conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo autêntico, quero a
liberdade, quero a bondade. Quero o pecado.”
Aldous Huxley
Aldous Huxley
domingo, 8 de janeiro de 2012
Isso.
Querendo escrever muito, mas com preguiça de me debruçar sobre os teclados.
Querendo me atirar em tudo, mas com vontade de estacionar.
Querendo seguir, mas andando em círculos
Querendo saber se quero mesmo ir, mas as pessoas é que vão indo...
Assinar:
Comentários (Atom)




