sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Les Chats



E se me arrisco, eu me risco?
E se acredito, mesmo não sendo, eu encontro?
E se encontro...?
Um punhado de loucuras, vívidas, pulsa no descuido do felino
E todos aqueles arrepios?
Volto para casa perdida no teu cheiro
Mantenha-me em mente,
Descubra-me ,
Perdoe-me ( Pela velocidade da minha sinceridade),
Volte e agarre-me mesmo assim
E se eu não for mais embora? 
E se vou, e daí?
“Chat-me” o que custar, tentar nem sempre vem com juros
Encontre-me na harmonia do seu cômodo, e reserve um lugar, que eu bagunço
Qual seu endereço? Quero te achar
Um passo no mundo, dois passos a dois
E porque não?
Meus ciclos estão livres
E se não for para ser?
Não será...
E se não queres?
Não será....
De mim, perdi uma parcela do meu tempo riscando meu muro de giz,  registrando com carinho essa bagunça deliciosa que fizestes.
Huuuuum...
Encontros, desencontros, clichês... o que seja...
E se arrisco? Eu me risco?
Meus arranhões.
Acredite, minhas garras são suaves e meu faro costuma ser certeiro.
Miau  ;)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fragmentos da Saudade IV


     
As paixões primárias não morrem,  adormecem em um leito germinal e acordam com potência elevada... Espero com carinho o dia de abrir os olhos outra vez.

terça-feira, 8 de novembro de 2011


“Muito tempo se passou e a terra redonda rodou, o mundo deu muitas voltas e nessas voltas, muitas coisas voou... Mas a fantasia tem pernas, pra acompanhar esse mundo e fazer dessa história, uma história eterna...” (Música de todo dia)


E as apresentações estão acabando. Amanhã o dever será comprido, 105 apresentações no ano, e a terra girou...

sábado, 22 de outubro de 2011

É que plutão se alinhou com saturno e a lua é em sagitário, o sol em aquário predomina cada vez mais forte e toda essa simetria é o que rege todo o agora e contribui para o que ainda não está...
Não tenho a menor ideia do que estou falando em dados astrológicos, mas tenho certeza que existe uma distinta conjunção regendo um som perfeito de notas, seja qual for a ordem desses astros, está acontecendo e visionariamente já me atento para uma grande mudança a caminho, assim como os planetas que se movimentam em trajetórias previsíveis estabelecendo novas rotinas, rotas e destinos, ainda que sem segredo algum para grandes visionários como os maias, e então eu percebo a quase concluída velocidade de Janeiro, aproximando...


Objectos do céu profundo

M2 (NGC 7069) - enxame globular, compacto e brilhante, a cerca de 50 000 anos-luz de distância, localizado a 5º norte de beta Aquarii.
M72 (NGC 6981) - enxame globular, a cerca de 3º Oeste-Sul-Oeste da Nebulosa de Saturno.
M73 (NGC 6994) - enxame de quatro estrelas a 1.5º Este de M72.
NGC 7009, a "Nebulosa de Saturno" - nebulosa planetária que se encontra a 1º Oeste de Aquarii.
NGC 7293, "Nebulosa da Hélice" - nebulosa planetária que se encontra a 1.5º Oeste de upsilon Aquarii, ou a 21º Sul de zeta Aquarii.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Rosa Mar




Barco a vela que vagueia em rosa-mar
Barco a vela que azul verde está
Dança as voltas
E canta esta única rosa
Em teu arco, eu arco com tuas voltas e reviravoltas
Uma rosa do mar sereia
Um mundo de luas cheias
Uma areia que encandeia o meu olhar
Aprendeu a coragem do velejar
E nessas terras de lá, que rosa-mar desabrochará...





sábado, 15 de outubro de 2011

Saudade, fragmentos III

"Meu Maracatu pesa uma tonelada"

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Essa palavra

É como um movimento de adição, mais que abstração, um acrescento. Amar pode ser plural, subtrair converge ao próprio conceito do amor. Portanto é necessário desvelar os olhos de todos os mistérios dessa máquina do EU.  Esse meu EU que gera as condutas que se moralizam, condutas, onde o não estar ou não poder extingui o sentimento de amar, e dessa forma o subtrair. Amar é maior que o próprio amor do eu e você.
É um EU mais amando, compartilhado, afetivo. Um EU sem o MEU,  um EU e VOCÊ. Talvez, assim, quem sabe o amor (plural) pode sim ser possível, ainda que não presente ou pluralmente presente... E esse simples gesto, amar, seja sempre amor.

Pensamentos de uma quarta com cara de domingo.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Take me


Please
Take on me
Take me on
I'll be gone
in a day or two...
'
Or take me...


terça-feira, 4 de outubro de 2011

É pra lá!



Lisboa.
que 6 meses mude minha vida...
e quem é que sabe sobre idas, partidas e raízes?
decisões, indecisões, re-decisões? Com certeza é de casa portuguesa...

domingo, 11 de setembro de 2011

Folhas


A página vira, um leitor ótico em branco.
Um rosário antigo roda uma reza nova,
sílabas incógnitas geram no útero do destino
Uma composição de quatro notas anuncia as primeiras vogais que semearão um novo jardim.
O Prelúdio.
As chuvas já vão passando,
as folhas amadurecem o branco,
a terra firma o pensamento bravamente necessitando devorar folhas.
A rima, a metáfora, e as vontades brotam em canções mais felizes
em notas compostas de harmonia.
A ponta do lápis já inicia sua autoria e assim,
aqui mesmo, escrevo um novo desejo.
Folhas...
Folhas novas e brancas,
primavera vem chegando...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Iniciando

Magnitudes do tempo, Até o ponto zero. O vazio, o descanso...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Blog's

Desamparo XLIII

Oi, com licença. perdi uma ideia, com licença.
estava em outro paraíso... agora domiciliada na ficção por tempo
indeterminado.

diz que eu tô bonita com meu cabelo novo? diz? só pra molhar
as palavras?

amor sonrizal. amor espartilho. amor placebo. amor continente.
amor um deus vazio.

alguns encontros são mais crués que separações.

o susto de ser o infinito de alguém.

o susto de ser o seu infinito.
os escrúpulos alados. o que não viveu..........
sub-traída.

vou tatuar o seu desejo.

e se eu pudesse desafiar esse grito aí dentro de você?
um enigma, um disparate, um sufoco. PRA TE VER E SÓ.
(sobre amanhã ainda nem pensei)

o imponderável. (proíbe)

alguém pra confiar em cada soluço.

em alta velocidade, líquida, o coração agarrado em tudo que não viveu.

oxímoro: você e eu
na vitrola: "não vá se perder por aííííí..."

ei! estarei chupando um sorvete. ei! se você chegar.
e sobre o amor? hein? e sobre o amor??

louças que se acumulam. sonhos que se acumulam. todos sujos.

Muito bom esse texto.
Cléo de Paris do blog:
http://pueril2.zip.net/

domingo, 21 de agosto de 2011

Modern girl

A fora eu tento ser moderninha, "modernoza" e modernizar!E até acredito mesmo nisso tudo, mas não dá! Eu sou mesmo é provinciana, com ares de modernidade pouco assumida, de experiências cosmopolitas escassas, principalmente para determinados assuntos...
Mesmo que eu passe essa energia modern-girl-pernambucana, eu sou mesmo é conservadora
cabeçuda, antipática e nóiada, muito nóiada...
As máscaras sempre caem, porém notável é saber reconhece-las.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Agora?



Senti um cheiro forte lá de trás. Uma saudade perdida nos fugidios dias de 2011. Uma saudade meio dor, uma saudade inapropriada, uma saudade burlesca.
Uma questão que me irrompeu e navalhou descuidosamente, pelo simples fato de te ver feliz...
Ou seria - e eu?
Um abusado e flagelado arrependimento tardado. E um, como feliz assim? E um outro automático e egoísta, e eu? E a mim?
Talvez sejam sentimentos camuflado no ciúmes/saudades que sinto agora. Ou seja o descostume que a falta e o tempo já não esperava ou esperava ver, e agora sem antecedência alguma prevista, se surpreendeu com o momento acontecido, após esses meses todos de ausência. Às vezes esqueço que tudo tarda mais não falha, que um dia as coisas podem mesmo ir embora, aquele velho ditado "cuidado com o que desejas, pode mesmo acontecer", vem aqui à cair.
Mas talvez seja o medo de estar sozinha há tanto tempo. O medo do futuro incerto por vir de caminhada longa e solitária como nunca antes. O medo da pouca força para realizar sonhos possíveis, e de não ter aprendido o que tanto me ensinastes, te decepcionando... E o receio de ficar para "trás" ou sentir-se somente assim.
Camuflagens...
Mascáras meramente egoístas? Ou talvez seja mesmo uma saudade antiga do dividir... ?
E então no alto do meu "mal estar" e minha nada conveniente sensação de retrospectivas, no descuido desses meses todos de pouca procura, e a quase nula e negligenciada presença corpórea, nesses tempos. Eu me pergunto, a pergunta que certamente me farias:
- Mas só agora...?


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Inaê



"Iemanjá, que é dona do cais, dos saveiros, da vida deles todos, tem cinco nomes, cinco nomes que todo o mundo sabe. Ela se chama Iemanjá, sempre foi chamada assim e esse é seu verdadeiro nome, de dona das águas, de senhora dos oceano. No entanto os canoeiros amam chamá-la de Janaína, e os pretos, que são filhos mais diletos, que dançam para ela e mais que todos a temem, a chamam de Inaê, com devoção, ou fazem suas súplicas à Princesa de Aiocá, rainha dessas terras misteriosas que se escondem na linha azul que as separa das outras terras. Porém, as mulheres da vida, as mulheres casadas, as moças que esperam noivos, a tratam de dona Maria, que Maria é um nome bonito, é mesmo o mais bonito dos nomes, o mais venerado e assim dão a Iemanjá como um presente, como se lhe levassem uma caixa de sabontes à sua pedra no Dique. Ela é sereia, é a mãe-d'água, a dona do mar, Iemanjá, dona Janaína, dona Maria, Inaê, Princesa de Aicoá. Ela domina esses mares, ela adora a lua, que vem ver nas noites sem nuvens, ela ama as músicas dos negros.

O oceano é muito grande, o mar é uma estrada sem fim, as águas são muito mais que metade do mundo, são três quartas partes e tudo isso é de Iemanjá."

Jorge Amando.


Todo ano te faço oferenda Maria Inaê. Todos os anos menos esse, que tuas águas escuras não vi nascer ao início do dia primeiro. Consideva, como filha ingrata, inapropriado à este ano. E nem em teu aniversário mãe-d'água que nada, mar algum celebrei.
O retorno as ocultas práticas e os chamados nada ocasionais... Precisando ver o Mar.

sábado, 30 de julho de 2011

Perfeição

Olá meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

tenho 28 anos e não disponho de independência financeira.Trabalho com Teatro para escolas e atividades cujo qual não sou profissionalizada, como a fotografia.

OI? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

curso Design de Moda em uma faculdade privada, me formarei ao final deste ano aos 28 anos.

Tudo Bom? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

sou nordestina, pernambucana, nascida no Recife em 31/01/1983. Nunca sai do país. Tenho 28 anos, cara e jeito de 21.

Com vai? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

e passei dois anos em cursinhos para passar em um vestibular. Abandonei os estudos aos 23 anos, um ano antes de me formar.

Bom dia? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

sou Atriz. E “paguei peitinho”em peças de teatro e curtas metragens. Não tenho religião.

E ai? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

e meu avô era mulato e nordestino. Meu pai português. E nunca conheci meus avós paternos.

Ei? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes.

e tenho dislexia diagnosticada aos 8 anos de idade. Levei dois anos para me alfabetizar.E minha renda mensal não ultrapassa os valores de dois salários mínimos.

Meu nome é Patrícia Moura Fernandes:

28 anos
Moradora da cidade do Recife
Solteira
Superior Incompleto
Baixa renda
QI: 99
Defict de atenção
Sem conta corrente
Estrábica
Disléxica
Torta.

OI, tudo bem? Meu nome é Patrícia Moura Fernandes,

de número 6322.491.

Odeio preconceito, discordo da arrogância.

Acredito que devemos enfrentar a vida com um sorriso, sem diferenças.

Tenho poucos limites para a superação.

E muito antes de me ver somente humana, me vejo com humanidade...

Amai ao próximo como a ti mesmo.

Velha sabedoria.

Escuta, Zé Ninguém!



Aos pequenos homens sérios.


"Chamam-te “Zé Ninguém!” “Homem Comum” e, ao que dizem, começou a tua era, a “Era do Homem Comum”. Mas não és tu que o dizes, Zé Ninguém, são eles, os vice-presidentes das grandes nações, os importantes dirigentes do proletariado, os filhos da burguesia arrependidos, os homens de Estado e os filósofos. Dão-te o futuro, mas não te perguntam pelo passado.Tu és herdeiro de um passado terrível. A tua herança queima-te as mãos, e sou eu que te digo. A verdade é que todo o médico, sapateiro, mecânico ou educador que queira trabalhar e ganhar o seu pão deve conhecer as suas limitações.

Há algumas décadas, tu, Zé Ninguém, começaste a penetrar no governo da Terra. O futuro da raça humana depende, à partir de agora, da maneira como pensas e ages. Porém, nem os teus mestres nem os teus senhores te dizem como realmente pensas e és, ninguém ousa dirigir-te a única critica que te podia tornar apto a ser inabalável senhor dos teus destinos. És “livre” apenas num sentido: livre da educação que te permitiria conduzires a tua vida como te aprouvesse, acima da autocrítica."

Escuta, Zé Ninguém!
Wilhelm Reich

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Meninos do meu Recife



Ia eu lá pelas 18:00h, após deixar minha amiga no ponto do ônibus, no calçadão de Boa Viagem. Pelas extremidades do Parque Dona Lindu, onde visitei as obras do artista plástico Aberlado da Hora, com esculturas e retratos e uma pequena poesia, chamada "Meninos do Recife", no saguão principal do salão de artes plásticas do parque.

Por volta dessa hora atravessei a rua, depois de comer uma empada de camarão, em um quiosque, devagar e contemplando um pouco a minha praia que um dia não fará mais parte do meu convívio freqüente, já que ano que vem viverei em outra cidade...

Estava atravessando a avenida, quando avistei dois meninos de rua, cheirando cola e colhendo algo do chão, passei por eles em uma distância comum a todas as outras pessoas/pedestre que temem assaltos e abordagens de rua, mas despercebida e com a cabeça na "lua", não percebi que eles me seguiam...

quando virava a esquina, no final da calçada, senti uma enorme força em minhas costas à atacar minha mochila,em um reflexo só, olhei para trás e chutei com uma força e raiva descomunal, mirando qualquer coisa que estivesse em minha frente. E então eu os vi, com seus olhos miúdos inebriados, e escutei: Que isso Tia...?

Ainda olhavam-me na tentativa de encontra espaço para uma nova abordagem, fiquei ali parada, com a postura ereta, as mão tencionadas e um olhar impávido e intrépido.

Nos olhos negros de cada uma dessas crianças, de dois pequenos corpos me fiz fera a lutar pela sobrevivência, assim como eles, em suas jornadas perdidas nas ruas.

Os dois pequenos logo viram que nada ali tirariam e foram embora, simplesmente rindo...

sensibilizada por questões de ordem pessoal não suportei a fera contida, porém necessária, e pus-me à chorar como uma criança que ainda assusta-se com garras, olhos e dentes.

Dois seres pequeninos incumbidos de tamanha ferocidade ausentes de candura e das primeiras maravilhas da vida, a infância. Andando, ainda chorando, pelas ruas de Setúbal me perguntei : Quem entre todos é a vítima?

Espero que um dia essas crianças possam se alimentar de estruturas dignas, tanto quanto as que tive, e possam se alimentar de um pouco de humanidade.

Então me ponho em um momento de reflexão de possível esperança, nada concreta...

Este era o poema que a pouco havia lindo em meu passei, para espairecer e alimentar a mente, minutos antes do acontecido.

"Meninos do Recife"

“São habitantes anônimos
dessa cidade alagada,
de limo e pedra formada
sob marés
submersa

...

são apenas habitantes
dessa cidade alagada.
Atirados sobre a lama.
Sobre as marés da desgraça.”

Aberlado da Hora

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ás vezes é necessário testar um pouco a vida para sabermos qual caminho seguir...
O silêncio é composto de uma imensidão de mil palavras...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Os Sinceros





As vantagens de ser sincero;

As vantagens de ser sincero está na habilidade de nunca faltar com a verdade.
As verdades cruas, duras e honestas.

Porém, será bem verdade sua vocação para dilatar os tamanhos pesares, os sofrimentos e os sentimentos...

Ser sincero compreende sentir mais,.Porque te possibilita desmiusar um sentimento, e olhá-lo com coragem, ainda que os florescimentos presentes se distinguem de forma irracional.

O sujeito sincero ele não se importa com sua exposição, das fragilidades e fraquezas, assim como suas virtudes, claramente conhecidas. E da sua capacidade, ainda que pouco notória a mudanças repentinas, pois é certo que nem sempre os sujeitos sinceros acertam, sabesse que todos nós podemos ser conduzidos pelos caminhos do equívoco e verdades alguma é absoluta.

Ele se opõe a tudo aquilo que não se diz, não se discute e não arca com as estâncias daquilo que transparece verdade.

Mentir para si, para o sujeito sincero, é o maior dos sofrimentos ainda que comparados a tais sujeitos, o sincero seja aquele que esteja em maior desvantagem.
Porém, a felicidade do sujeito sincero é uma vivência continua, de uma construção linear, onde se assume o sofrer. Porque a infelicidade faz parte, primeiras lições de vida.

Os Frutos das sinceridades são colhidos de estação e estação, de ciclo em ciclo, e cada um deles representa um estado de evolução.

Está distante do sujeito sincero o olhar apenas observativo, longe desse sujeito qualquer atitude de amoitamento, os esquecimentos de suas partes colaborativas para dado sentimento.

Para que haja liberdade ao sujeito sincero é preciso estar sempre aberto, tolerante as mudanças, as pessoas, aos sentimentos, aos quereres, as soluções, a tudo que se refere ao âmbito do compartilhamento.

Ser sincero é uma virtude entendida apenas para aos que a tem.

Diferente disso aos que escolhem caminhos não muito sinceros, hábito tão bem consumido pelo pelos tempos e gerações atuais. no julgo da atitude, o sujeito sincero compreende que, a maioria de nós está cultuando o cultivo desse estado já tão presente e satisfatoriamente aceito que é a solidão...

E ela se apresenta por escolha...

És nossa infinita verdade,

Aos sinceros.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Perséfone




“Ou Koré. Em Roma, Proserpina ou Cora. Filha de Zeus e da deusa Deméter, da agricultura, nascida antes do casamento de seu pai com Hera.

Os deuses, Hermes, Ares, Apolo e Hefestos todos cortejaram-na. Deméter rejeitou todos os seus dons e escondeu a filha longe da companhia dos deuses.

Quando os sinais de sua grande beleza e feminilidade começaram a brilhar, em sua adolescência, chamou a atenção do deus Hades que a pediu em casamento. Zeus, sem consultar Deméter, aquiesceu ao pedido de seu irmão. Hades, impaciente, emergiu da terra e raptou-a enquanto ela colhia flores com as ninfas.

Hades levou-a para seus domínios (o mundo subterrâneo), desposando-a e fazendo dela sua rainha.Sua mãe, ficando inconsolável, acabou por se descuidar de suas tarefas: as terras tornaram-se estéreis e houve escassez de alimentos, e Perséfone recusou-se a ingerir qualquer alimento e começou a definhar.

Ninguém queria lhe contar o que havia acontecido com sua filha, mas Deméter depois de muito procurar finalmente descobriu através de Hécate e Helios que a jovem deusa havia sido levada para o mundo dos mortos, e junto com Hermes, foi buscá-la no reino de Hades (ou segundo outras fontes, Zeus ordenou que Hades devolvesse a sua filha).
Como entretanto Perséfone tinha comido algo (uma semente de romã) concluiu-se que não tinha rejeitado inteiramente Hades. Assim, estabeleceu-se um acordo, ela passaria 9 meses junto a Demeter, sendo assim Koré, a eterna adolescente, e o restante com Hades, quando se tornaria a sombria Perséfone. Este mito justifica o ciclo anual das colheitas.

Perséfone é descrita como uma mulher de olhos escuros por Oppiano, possuidora de uma beleza estonteante, pela qual muitos homens se apaixonaram, entre eles, Pírito e Adônis. Foi por causa deste último que Perséfone se tornou rival de Afrodite, pois ambas disputavam o amor do jovem, mas também outro motivo era porque Afrodite tinha inveja da beleza de Perséfone. Embora Adônis fosse seu amante, o amor que Perséfone sentia por Hades era bem maior.

Os dois tinham uma relação calma e amorosa. As brigas eram raras, com exceção de quando Hades se sentiu atraído por uma ninfa chamada Menthe, e Perséfone, tomada de ciúmes, transformou a ninfa numa planta, destinada a vegetar nas entradas das cavernas, ou, em outra versão, na porta de entrada do reino dos mortos. Persefone interferia nas decisões de Hades, sempre intercedendo a favor dos heróis e mortais, e sempre estava disposta a receber e atender os mortais que visitavam o reino dos mortos a procura de ajuda. Apesar disso, os gregos a temiam e salvo exceções, no dia a dia evitavam falar seu nome (Perséfone) chamando-a de Hera infernal.

Entre muitos rituais atribuídos à entidade, cita-se que ninguém poderia morrer sem que a rainha do mundo dos mortos lhe cortasse o fio de cabelo que o ligava à vida. O culto de Perséfone foi muito desenvolvido na Sicília, ela presidia aos funerais. Os amigos ou parentes do morto cortavam os cabelos e os jogavam numa fogueira em honra à deusa infernal. A ela, eram imolados cães, e os gregos acreditavam que Perséfone fazia reencontrar objetos perdidos.

Nos cultos órficos, Dionísio era também amante de Persefone, o deus passava intervalos de tempo na casa da rainha dos mortos, e junto com ela era cultuado nos mistérios órficos como símbolo do renascimento. Conta-se, ainda, que Zeus, o pai da Perséfone, teve amor com a própria filha, sob a forma de uma serpente.

Preciosas informações retiradas de antigos textos gregos, citam que Perséfone teve um filho e uma filha com Zeus: Sabázio e Melinoe era de uma habilidade notável, e foi quem coseu Baco na coxa de seu pai. Com Heracles, (Algumas versões citam Zeus ou até mesmo Hades) teve Zagreus, que seria a prinmeira reencarnação de Dionisio. Perséfone, com Hades, é mãe de Macária, deusa de boa morte.”


Texto Wikipédia mesmo!!

sábado, 16 de julho de 2011

Sakyamuni Buda




A tribo Skya, governada pelo Rei Shuddhona Gautama, vivia na encosta sul do Himalaia, ao longo do rio Rohini. Este Rei estabelecera sua capital em Kapila, onde construíra uma grande castelo, do qual governava sabiamente, conquistando assim a simpatia dos seus súbitos.
A Rainha chamava-se Maya, cujo o pai era tio do Rei e também soberano de distrito vizinho, do mesmo clã Sakya.
Durante vinte anos, o casal real não teve filhos. Uma noite, entretanto, a Rainha Maya ficou grávida quando viu, num sonho, um elefante branco entrar no seu ventre, através da sua axila direita.
Com a notícia, o Rei e o povo esperaram com incontida ansiedade o nascimento do príncipe. Atendendo a tradição a Rainha voltou à casa paterna, para dar a luz, ficando a meio caminho, no Jardim Lumbini para repousar, num alegre e bonito dia de primavera.
Maravilhada com a beleza das flores de Asoka (Jonesia Asoka Roxb), estendeu seu braço direito para apanhar um ramo; ao fazer este movimento deu à luz a um príncipe. Todos manifestaram sua sincera alegria e glória da Rainha e seu filho. Céu e Terra se regozijaram. Era o dia 8 de Abril.
o Rei chamou seu filho de Sinddhartha, que significa "Todos os desejos cumpridos".

*Do livro - O buda, Siddhartha Gautama

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Termo



Transcendência,

Da raiz latina "ascender" - Elevar-se, subir.

Pode significar religiosamente que Deus está completamente além dos limites do mundo.

Para Kant, a "transcendência", se opõem ao "transcendental", é o que jaz além da nossa capacidade de conhecimento, além do legitimamente conhecido.

O "transcendente" é aquilo que transcende a nossa própria consciência.(Fenomenologia)

Ainda segundo Kant, o ser humano é um ser essencialmente transcendente. Ele não se conforma com a realidade ou um único objeto. Está sempre se projetando ‘para fora’. Busca satisfazer um desejo e uma capacidade para transcender a si mesmo, ou seja, de sair de seu estado atual para buscar algo novo, na busca de novos objetos ou além do próprio objeto.

terça-feira, 12 de julho de 2011



Disse a boneca Emília:

"A vida, Senhor Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais.

[...] A vida das gentes neste mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscados. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e brinca; pisca e estuda; pisca e ama; pisca e cria filhos; pisca e geme os reumatismos; por fim pisca pela última vez e morre.

- E depois que morre? – perguntou o Visconde.

- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?”

terça-feira, 28 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eu tive um sonho, vou te contar...

Sempre queremos enxergar algo sobre nós mesmo que não entendemos direto, porém temos sempre aquela leve sensação que obtemos todas as respostas, mas de algum modo nossa consciência não quer ver. O inconsciente emite respostas nebulosas e implícitas incapazes de serem entendidas através da obviedade e do raciocínio lógico, pelo menos de imediato. Por isso temos que fazer todo o trabalho de nos investigarmos, com o compromisso árduo de sermos leais e sinceros ao que se refere ao empenho de nos vasculhar.

Cada dia que passa eu sinto respostas sendo alcançadas, sonhos possíveis, angústia dissolvidas e um caminho sem névoas se aproximando. Decisões honestas que contemplam aquilo que quero da vida, o que preciso plantar, o que já foi plantado e o que precisa crescer; minha carreira, minhas buscas perdidas, meus amores, minhas dívidas, minha família, minha coragem para seguir em frente. Tudo aquilo que ainda não sei e não pretendo saber, mas acredito no caminho que sigo. Por muito tempo estive cansada e frustrada com a minha profissão, não por não gostar do que faço, mas por me sentir impotente diante minha satisfação financeira e depedente. Certos erros foram cometidos, certos acertos foram felizes. Hoje zelo, mais que nunca, aquilo que quero ainda que consciente do seu longo prazo e sua demora do seu alcance concreto. Sonhar e umas das belas maravilhas que temos nessa vida, poder realizar aquilo que sonhamos é um milagre que a vida nos dar direito a realizar, porém penso que quem realiza somos nós e não a vida por nós. Esse direito é dado por direito, deve ser lutado e batalhado.

Ontem sonhei que estava aqui em casa, e abria todas as portas dos armários da sala, onde minha mãe guarda vários conjuntos de cozinha, copos, taças, talheres, pratos e etc. cujo qual ela nunca usou. Então eu estava escolhendo aquilo que queria levar para minha casa, minha nova casa, paga pelo meu trabalho e da minha plena busca por aquilo que quero de verdade trabalhar. Havia uma janela linda, um tapete incrível e cada parede tinha minhas mãos, minha arte, pintadas ou coladas nelas. Hoje eu sei, e decidi que não posso morrer sem antes conquistar o sabor do que é ter seu próprio espaço. Aquilo que você batalhou e poder imprimir sua alma nele. São essas crenças que me levam a acreditar que o que quero e luto eu alcanço e não pode ser desmerecido ou simplesmente abandonado. É por esses sonhos que ao acordar e sair para rua ou ler um simples livro, enfrento a batalha da vida. Mesmo ainda não largando aquilo que amo fazer para realizar de imediato esse desejo de ter algo exclusivo meu. Aqui não há lugares para status, nesse sonho, sonha aquele que quer ver tudo aquilo feito através dos desejos puros e oriundos, desejos que seguem os sonhos, que enfrentam o medo do imprevisível, assim é minha mente.

Amar também faz parte dessa vida, e até nesse aspecto me vejo tomada por decisões. Lembro-me, e hoje inclusive discuti isso com amigos, da frase do filme "Na Natureza Selvagem", filme que assisti há uns dois anos. Uma frase que me enfrenta desde que a ouvi - "A felicidade só é real quando compartilhada", entendo mais que nunca que estamos precisando sempre de mãos em nossos caminhos, mãos que nos ajudam pela sua companhia em longo trajeto. E hoje posso dizer, assim como nunca que minha mente é invadida, nesses tempos recentes, pela idéia de um dia ser mãe. Poder designar minha natureza feminina a uma vida. Uma vida que será companheira de jornada e estará no mundo a aprender aquilo que tenho a dar. E por esse motivo e por ela, vejo cada dia a necessidade de construir, ainda que dure, uma vida onde eu possa doá-la a alguém assim como uma vez me foi dada. Casa, educação, amor e saúde. Por ela e por mim. Decisões e escolhas sempre mudando a intensidade de nossas vidas...

Bom! sabida desse desejo incomum a mim, (Nunca sonhei em ser mãe, sempre fui aquela da mesa do bar onde todas as colegas e amigos falam sobre suas expectativas de filhos, e sempre a alguém com o discurso - eu NUNCA vou ter filhos, essa era eu...)

Ponho-me em minha penúltima questão: aquilo que está no outro, o estranho: Os amores amantes imprevisíveis. E nada melhor do que decisões não? (risos)
Acredito que estar ou amar alguém deve ser verdadeiro, amar deve ser incondicional e não premeditado, e enquanto a verdade não me toma, ou não consigo tomá-la de alguém, disponho-me somente e graciosamente ao que chamo de deliciosas brincadeiras, e mais nada (ou ninguém) me põe a risca de uma vida a dois... Quem sabe no caminho ou o caminho é quem sabe. Coração e paz ao mesmo tempo...

E por último, Família. A ela devo meu amor mais que incondicional e a imensa gratidão por me dar oportunidades e tudo que preciso e precisei até hoje, do amor ao dinheiro, para os meus sonhos e ter a certeza que o que posso dar é cuidado, amor e orgulho.

Fim do primeiro ato.


"Eu tive um sonho
Vou te contar
Eu me atirava do
Oitavo andar

E era preciso
Fechar os olhos
Pra não morrer e não me
Machucar

É o que devemos fazer
Não temos que ter medo..."

E tudo isso foi um sonho...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Quando eu morrer...





"Je veux qu'on rie
Je veux qu'on danse
Je veux qu'on s'amuse comme des fous
Je veux qu'on rie
Je veux qu'on danse
Quand c'est qu'on me mettra dans le trou"


Porque hoje eu sonhei com minha própria casa,
porque hoje sonhei com meus amores,
hoje sonhei que que já velha morria na primavera,
sonhei que todos felizes dançavam em minha festa...
Por favor dêem-me uma festa quando me colocarem em uma cova.



domingo, 5 de junho de 2011

Cuida bem



É de ouro, mas corrói...

terça-feira, 31 de maio de 2011

Eis

Nada ou Tudo, that is the quetion.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Menina Dinossauro, Universo em Flor

Menina Dinssauro: Porque menina eu sou. Dinossauro porque eu deixei de ser menina lá nos tempos da pré-história do Brasil.

Universo em Flor: porque na minha mente brota pensamento de Galáxias Anulares e outras mais...

... - terça-feira, 21 de Abril de 2009 ás 19:37h

Tava olhando os textos que tenho arquivados no meu computador e achei esses aqui, não sei porque nunca postei, mas achei legal postar

Eu já morri de amor verdadeiro
Os outros já passam como meros encantamentos
Quem morre de amor assim
o mar já levou
Não tem para que ter desespero
Não existe mais corpo,
não tem como ter dor.

...


engano acreditar que a vida só trará "meros encantamentos", a vida sempre nos trás... mas sim a dor já é outra isso é certo... porém ainda dor...

Ao meu vizinho, eu já fui apaixonada por um... rsrsrs - quarta-feira, ‎22‎ de ‎abril‎ de ‎2009, ‏‎00:11:30


Arde, ardências e desejos.
Espera de repetição, expectativa de procura,
expectativa de sinalização a reciprocidade
Encantamento.
Então penso em tomar uma atitude louca,
Não tão louca...
Uma ligação, quem sabe?
Chamar para sair, quem sabe?
Mas parece não funcionar,
não há procura da outra parte e nem captura das essências.
Minha imaginação sobe ao alto tendo em vista uma noite embriagada de libertinagens como outrora.
Só Mais uma vez...?
Para aproveitar todas as substâncias de carícias, todas as horas, todos os desejos, sem medos.
Imagino..
Mas amanhã o telefone toca, mais uma vez,
assim como deve ser.
E um chamado me evoca para aquilo que pertenço, acredito...
E vem me interromper desse onirismo lascivo
Me colocando em par, e não ímpar.
Me chamando para amanhecer comigo o dia.
E deixando para trás as loucuras fugazes da vida.
Um discurso coerente, excessivo e cobrador
E mesmo depois, ainda sim, arde o fervor do encanto,
que em meu bairro saio procurando
me vasculhando, me deixando inquieta,
gerando alma de aventura.
Me desprendendo do que fui
E me deixando maldosamente e silenciosamente
cair em madrugada vazia,
Uma mão forte, e viril
mordaça minha boca de incertezas nunca sentidas antes,
me pondo nas mais básicas das questões;
Não sei o que ser
Não sei o que querer...
Não sei...
Mas se quero do que de mais novo experimentei,
esse novo de certo não me quer.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Xeque, mas não mate...



O Texto:

Ás Felicidades vão e vem, e ás vezes até aqueles velhos sonhos, quase que sozinhos, buscam desaparecer. O fluxo da vida e do tempo é tão intenso que nos faz perder os sentidos que outra haviam sido rigidamente construídos, desejos que pareciam primordiais já cansam. A realidade é cumprida e há uma distância entre as duas partes, o que de fato é, o que de fato deveria ser. Então a sensibilidade muda e quando você menos espera os caminhos já são outros. E a ameaça é eminete, tudo por desmoronar, antecipademente ou tardiamente. Não sei...

Neste momento tenho o meu rei no tabuleiro protegido apenas pela minha torre, meu cavalo já não me dispõe e a rainha está por vir me trazendo o tão temido xeque-mate. Meu rei morrerá levando junto o brilho e os sonhos daquelas horas de embriagues dionísiaca, das tardes laboratórias de vidas e vidas outras, dos sonhos de temporadas e dos preciosos olhares. Parece que a magia tem se ofuscado, meu terreno se perdeu nas horas de dilúvio entre uma parada e outra do terminal de Setúbal\Cond. da Boa Vista e o péssimo ar do Cais de Santa Rita. As rotinas cansam, e por fim acabam dolorosamente machucando, dia após dia. Mesmo quando você escolhe um caminho sem rotinas, mesmo quando você acredita que colorido será seus dias quando só te ocupas com o ofício da criação, porém ainda sim é rotina, e ela pode ser massacrante quando se mora longe e se tem que fazer a viagem todo os dias, sem recursos, sem possibilidade de retorno, no insucesso demasiado financeiro.

A falta de investimento artísticas nesse país (nordeste), a falta de importância para com o seu trabalho esforçado, e sua gratuíta doação inocente, é o confronto dos desencaminhamentos. Não há progressão, no coração do artista o teatro do "amor",  puro e simples. Já aos olhos da realidade, o Teatro que não paga nem teu ônibus sofrido, menos ainda aquele teu lanchinho de 1,99. O fim dessas aventuras tem um encerramento trágico ou um fim merecido.

Neste momento mais uma estreia se apróxima e lá está meu último suspiro. O que acarretou tudo isso?
 Força? Sorte? Comportamentos impulsivos e falta de premeditação? Ou até mesmo a deconfiança no talento próprio.

Ainda não sei como será o meu envolvimento com a arte daqui pra frente, mas posso me adiantar que meu rei está cansado e a rotina comum a todos os homens me parece um paraíso. Talvez isso seja uma crise, porém devo dizer de forma mais explicativa antes de qualquer outro plano de trabalho, que por hora paguem meu cachê. É só isso...


Escrito em 2009

sábado, 26 de fevereiro de 2011

voltar inteira!

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

"Em algum lugar sobre o arco-íris
Bem alto
Existe uma terra sobre a qual eu ouvi
Uma vez numa canção de ninar
Em algum lugar sobre o arco-írus
Os céus são azuis
E os sonhos que você se atreve a sonhar
Realmente se realizam
Um dia eu farei um pedido a uma estrela
E acordarei onde as nuvens estejam longe
Detrás de mim
Onde os problemas derretam como pastilhas de limão
Longe do topo das chaminés
E lá você me encontrará
Em algum lugar sobre o arco-íris
Pássaros azuis voam
Pássaros voam sobre o arco-íris
Por quê, então, porque eu não posso?
Se felizes passarinhos azuis voam
Além do arco-íris
Por quê, porque eu não posso?"